Akasha Menna's tumblr

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May 2012

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Manoel Viturino: 10 coisas que eu descobri ate hoje: → manoelviturino.tumblr.com

manoelviturino:

1. papai noel nao existe

2. coelho da pascoa também nao

3. seu melhor amigo é aquele que deveria ser seu pior inimigo

4. seus sonhos se tornaram seus piores pesadelos

5. a cura para doencas incuraveis é a morte

6. as melhores coisas da vida sao aquelas que ainda nao foram criadas

7. quando…

May 7, 20121 note

April 2012

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Apr 9, 2012
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Apr 8, 2012
“Quando a luz no fim do túnel se apaga, é por que cortaram a luz.” —by Manoel Viturino (eu)
Apr 6, 2012
#falácias
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Apr 2, 2012
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March 2012

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Mar 29, 2012
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Mar 15, 2012
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Mar 15, 2012
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Mar 12, 20121 note
#galleries

March 2011

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Logs RP - O Primeiro Passo para a Vingança

Marcio, Sindy e Nath saem no meio da noite para um local ‘misteorioso’.

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Mar 17, 2011
#RPG #Logs #Crônicas
Crônicas RP - A Ligação para o Regente

Após sair do refugio do príncipe e fazer a ligação no interior do carro, Akasha guia o veículo até o hotel onde esta instalada em Londres. Com os olhos acinzentados escondidos por baixo dos óculos escuros, Aka passa pelo saguão do hotel para a retirada de sua chave. “Bem vinda novamente senhora!” fala a atendente para Aka, que nada responde. Aka apenas estende a mão e espera que a mesma lhe passe a chave de sua suíte. “Aqueles dois garotos estavam à sua espera.” prossegue a atendente, passando a chave à Aka, logo após apontar para dois rapazes distintamente vestidos na sala de espera. Aka pega a chave, passa pelos rapazes e pronuncia uma frase simples, como se estivesse comandando os dois. “Sigam-me.” (ativar dominação) Os dois sem nada falar, levantam-se e seguem Aka até sua suíte.

Após pegar o elevador que dá acesso à sua suíte exclusiva, Aka adentra o quarto e aponta com a mão para que os rapazes entrem no mesmo. “Vocês sabem por que estão aqui, pois então quero que me entretenham.” Aka fecha a porta após pronunciar estas palavras e sem muito falar ‘voa’ sobre um dos dois, o atacando de forma a saciar sua sede. Apesar da distinção na vestimenta dos rapazes, um deles tinha acabado de consumir êxtase (defeito – vício por extasy, conseqüência da diablerie). O outro olhava a cena com grande prazer, vendo que Aka estava a saciar sua fome de forma voraz e selvagem. O rapaz que estava sendo atacado nada fez para se defender. Os efeitos da droga o deixaram muito aéreo para que tomasse consciência do que de fato estava acontecendo ali. O segundo rapaz apenas sorria, esperando que Aka logo fosse entreter-se com ele.

Aka enfia com voracidade suas presas no pescoço do primeiro rapaz, sugando o seu sangue, com cuidado para que este não morresse. Após saciada com o primeiro rapaz, Aka o ergue pelo pescoço e o arremessa contra a parede, deixando-o quase desfalecido no canto. “Dê-lhe algo para comer.” Ordenou Aka ao segundo rapaz, ao mesmo tempo que limpava seus lábios ainda sujos com o sangue do primeiro. O segundo rapaz prontamente fez um corte em seu braço, dando-lhe seu sangue para o outro. “Não muito, meu jovem, não muito…” fala o segundo rapaz ao primeiro. Enquanto o segundo rapaz dá seu sangue para o primeiro Aka pergunta. “Novidades, John?” John hesita em responder. Ao ver que John hesitou em responder, Aka pega seu chicote de dentro da mala, se preparando para bater em John com o mesmo. “Não vou perguntar novamente.” fala Aka friamente.

“Não, minha cardeal.” responde John. “Porém recebi um telefonema do regente e ele me pareceu preocupado. Sabe que sou membro da mão, mercenário e não estou aqui somente para seus serviços. E recebi ordens do regente para que não deixe você sair daqui até segunda ordem. Saiba que se preciso for…” Aka interrompe a fala de John. “Se preciso for, você voltará para o ‘esgoto’ de onde te tirei.” John abaixa a cabeça e esboça um sorriso, prosseguindo: “Se preciso for, terei que dar fim a sua existência.” O sangue de Aka ferve em suas veias (defeito – cabeça quente), mas nada fala diante disso (qualidade – bom senso). Aka então pega o telefone e liga para o seu regente. “Leve este para o buraco onde o encontrou, John.” Aka ordena John enquanto a ligação para o regente é completada. “E não volte sem novidades. Já que está aqui também a serviço do regente, sabe que tanto ele quanto eu precisamos de mais informações para que possamos colocar um fim naqueles ratos.” John pega o rapaz do qual Aka teria se alimentado e o leva ate o clube onde ele havia o encontrado consumindo drogas.

A ligação telefônica é então completada e do outro lado uma voz diferente da do regente responde. “Ele não pode falar agora.” Aka reconhece a voz do outro lado, como a voz do paladino que ‘encomendou’ a morte de Zaira: “Escute aqui seu paladino de merda, passe esse telefone agora para o regente. Se não fosse por vocês nada disso teria acontecido. Quero falar com ele agora!” A voz se silencia e sem nada responder ao telefone, simplesmente desliga a ligação. Horas depois John Archer volta ao quarto onde Aka está, e quase no mesmo instante, seu telefone toca. Era o regente ligando para Akasha. “Ative o viva voz, minha criança. Tudo o que vamos conversar a partir de agora é também de interesse de meu enviado, John Archer.” Aka ouve o que seu regente diz e colocando o telefone sobre a mesa, ativa o viva voz de seu telefone. “Não quero explicações. Só quero que ambos estejam informados que é para Akasha sair desse quarto somente quando eu mandar. John, você ficará responsável pela segurança dela, ficará de olho para que ela não me desobedeça. A menos que não preze pela sua existência,irá me desobedercer. Não sei que atitudes tomou, mas colocou nosso plano em risco e isso não será tolerado novamente.”

Akasha tentou argumentar, ao ver o sorriso estampado no rosto de John. “Mas, meu regente, eu na…” “Quaisquer argumentos que utilize agora nesse momento se reverterão contra você, ‘minha criança’.” A voz do outro lado do telefone soou com certo ar de ironia ao proferir as palavras ‘minha’ e ‘criança’. “Te protegi uma vez, não o farei novamente. Mandei você ate ai, porque sei que não vai me desapontar, mas…” a voz interrompe seu contra argumento abruptamente. Após alguns segundos em silencio, a voz prossegue: “Vou repetir. Só sairá desse quarto quanto eu permitir.”

Nesse momento Aka vê a imagem de Zaira se materializar em sua frente e sorrir sarcasticamente para ela. Ainda com a ligação em andamento, Aka pronuncia. “Zaira, sua vadia infernalista. Está vendo o que você fez?” “Zaira responde para Akasha: “Mon chrèr, não fiz nada. Você que fez. Estou somente tentando lhe mostrar o caminho correto a seguir. O caminho que seu segui.” “Não quero seguir seus passos Zaira. “A sua influência sobre mim há de ter um fim, e que isso aconteça logo.” O espírito de Zaira sorri para Akasha e ao mesmo tempo a voz no telefone fala: “Zaira? Ela não esta morta? Eu mandei matarem essa infernalista. O que ela está fazendo aí Akasha?” Aka não respode e o regente então repete a pergunta para John. “Regente, não tem ninguém aqui alem de mim e Aka. Ela esta falando com os olhos fixos na parede.” O espírito de Zaira começa a rir da situação e diz a Aka que informe a seu regente o que Zaira esta fazendo. “Regente, desde que encomendou a morte de Zaira, eu vinha pensando em diablerizá-la, para me vingar da morte de minha irmã. Hoje eu sou perturbada por ela e foi isso que aconteceu essa noite na casa do Marcio.”

A voz se cala ao telefone. “Como assim diablerizar? Quem te deu essa ordem? Sabe muito bem agora que ninguém pode fazer nada por você, não sabe?” A voz do regente parecia tremula ao telefone. John arregala os olhos em direção a Aka, pois sabia que ela agora representaria um desafio maior do que ele e próprio regente imaginaria, como foi demonstrado devido o tom tremulo ao telefone.

A aparição de Zaira mudou de lugar, caminhando em direção ao espelho central do quarto. Akasha levantou-se seguindo a aparição quando finalmente deu um murro no espelho, partindo-o em cacos. John olha a atitude de Akasha em silencio. O barulho dos estilhaços faz o regente perguntar para John o que havia acontecido e este descreve a cena com detalhismo.

O regente pede a John que desligue o telefone, sem no entanto mudar as ordens que dera e se prepara para fazer uma ligação para Marcio, o príncipe da Camarilla em Londres.

Enguanto isso, no refúgio do príncipe:

[17:27]  Marcio Shelford ainda no sofá pensnado quando percebe Sindy descer do seu descanço, ve que a mesma estava ali parada de costas para ele como se não tivesse percebido sua presença, Márcio então se levanta e caminha calmamente ate parar atras de Sindy e sussurra baixo…” Boa noite…”

[17:38]  Sindy Shelford desce rapidamente a escada com uma das mãos segurando os cabelos em um rabo de cavalo. Parecia estar procurando algo pelo puff vermelho e nem notara a presença de seu Senhor… Resmuga sozinha “Shit! Onde eu deixei aquulo?” assusta-se com a voz de Márcio logo atrás dela “Boa noite, meu amor! Não percebi que estava aí… desculpe tenho que me arrumar.” Sai correndo novamente para as escadas agora desistindo de manter os cabelos presos.

[17:44]  Sindy Miller ainda pelo quarto enrolada em uma toalha branca e felpuda. O cheiro de rosas inunda o quarto principal e ela segue em caminho ao closed enquanto espera que Nath chegue após termianr as tarefas com a porta de vidro. Ao abir o closed ela olha suas roupas com as sombrancelhas franzidas “Preciso comprar vestidos novos! Como vou nesta ocasião especial???” Puxa as roupas do cabideiro uma a uma procurando por algo diferente para suar naquela noite.

[17:50]  Nath Miller subira as escadas na noite anterior em direção aos aposentos de sua senhora, como ela havia pedido que fizesse, batera algumas vezes na porta, mas não obtivera resposta. Imaginou que ela tivesse ido descansar, ainda mais depois de toda a tensão que passaram com a conturbada visita de Akasha, e resolveu fazer o mesmo. Mas os acontecimentos da noite anterior realmente tiveram um grande impacto sobre seus ânimos, pois mal conseguira dormir, vítima de vários pesadelos nos quais Akasha matava sua senhora e também ela, por consequência. Por conta disso, desperta naquela noite um tanto quanto indisposta, sua aparência não tão perfeitamente explêndida como sempre. O cheiro de rosas inundava seus sentidos, fazendo-a se perguntar porque ainda não tinham um jardim de rosas naquela mansão. Sem querer perder muito tempo, se arruma rapidamente e vai mais uma vez até os aposentos de sua senhora. *Toc toc toc* – ela bate na grande porta do aposento e aguarda.

[17:58]  Marcio Shelford fica sem palavras ao ver a pressa de Sindy em subir e se arrumar novamente para o encontro, o mesmo apenas balança a cabeça negativamente enquanto murmura…”Mulheres…” enquanto percebe Sindy subir as escadas correndo o mesmo volta a sentar-se no banco do bar, puxa uma garrafa de vinho e uma taça para proximo de si, calmamente pega a taça e a levanta em direção a luz para ver se estava perfeita, retira a rolha da garrafa de vinho com um saca rolha, sente o aroma vindo da rolha do vinho(sentidos aguçados), logo entao serve um pouco de vinho no copo e o segura na mão balançando a taça de leve para que o aroma do vinho possa exalar, fecha os olhos sentindo o aroma do vinho exalar enquanto leva a taça a sua boca sorvendo um pouco da bebida.

[18:15]  Sindy Miller escolhe um longo vestido branco e negro.. A calda enorme dariam um certo charme para a roupa. SIndy puxa o cabide analisando vestido. Coloca-o em sua frente, sobre a toalha quando ouve as batidas na porta “Entre…” Diz sem tirar os olhos do espelho “Que acha, querida? Acha que está roupa está digna de uma adorável noite?”

[18:24]  Nath Miller ouve a doce voz de sua senhora vir de dentro do aposento dando permissão para que entrasse, abre a porta e dá um passo para dentro do recinto. Encontra-a próxima ao seu grande e luxuoso guarda-roupa, o qual Nathalie invejava secretamente, enrolada apenas em uma toalha branca. Em sua frente, um belíssimo vestido longo era posto em teste. Ela sorri ao ver sua senhora se arrumando, adorava presenciar esse tipo de atividade quase como se fosse um ritual. Ela dá alguns passos na direção de Sindy, entrando em seu campo de visão no espelho do qual ela não tirava os olhos e meneia a cabeça afirmativamente, sorrindo satisfeita enquanto diz “Sim, acho que está perfeita! Posso saber de que ocasião se trata?”

[18:28]  Marcio Shelford se levantava do banco ainda com a taça de vinho em sua mão, caminhava en direção ate os estilhaços do de vidro ainda não chão, com seu sapato o mesmo pisa nos estilhaços fazer barulho dos mesmos se quebrando em mil pedaços, adentrava então a cozinha que ja não tinha porta e fechava os olho sparado imovel por alguns instantes, após abria os olhos e fitava a taça de vinho por alguns segundos antes de jogala com força para dentro da lareira que ficava na cozinha, o barulho do cristal podia se ouvir ao chocar-se contra a parede de pedra da lareira.

[18:29]  Sindy Miller vislumbrava Nath em seu vestido branco… Ela eruqe uma das sombrancelhas e fita Nath de cima a baixo. O branco caía perrfeitamente bem em seu tom de pele “Não sei exatamente”, disse ela enquanto colocava com cuidado o vestido no sofá e retirava a toalha do corpo deixando seu corpo à mostra. Sindy começa a vestir-se com cuidado ainda olhando para o espelho “Márcio não quiz dizer do que se trata, apenas disse para que eu ficasse linda… Ai ai… Mácio e suas surpresas. Ele sempre tem boas surpresas, mas o que eu não gosto é de esperar por elas.” Ela arruma o vestido nos seios e vira as costas para Nath após não conseguir fechar o ziper “Me ajuda com o zíper, por favor?”

[18:38]  Nath Miller observa sua criadora pousar o lindo vestido sobre o sofá e seu olhar se mantém fixado sobre ele, observando os detalhes perfeitos da costura, do corte, do caimento e do tecido. Nem repara quando ela se desfaz da toalha, apenas acorda de seu transe quando ela pega a vestimenta novamente e esta rapidamente desliza pelas curvas de seu corpo. Quando se dá conta, Sindy já estava virada de costas pedindo que levantasse seu ziper. Distraída, mal ouvira suas palavras, sabia apenas que tinha algo a ver com Marcio. Aproximando-se dela, puxa delicadamente o ziper do vestido para cima, e se afasta outra vez, indo se sentar na poltrona “Ontem me pediu que viesse vê-la, mas acho que cheguei tarde demais e já estava descansando. O que gostaria de falar comigo?”

[18:41]  Marcio Shelford após jogar a taça dentro da lareira a fazendo se quebrar em mil pedaços assim como o vidro, retorna a sala aguardando que Sindy desce-se.

[18:47]  Sindy Miller vira as costas para o espelho obsevando caimento do vestido em seu corpo. Um leve sorriso de satisfação se forma algums segundos e ela murmura “Perfeito!” Sindy então começa a arrumar o cabelos diante espelho juntando-os para cima. O penteado aos poucos vai deixando o formato de seu rosto mais à mostra enquanto ela começa a dizer “Ahhh sim… Preciso que me faça um favor, querida. Conheceu aquele jovem abusado, o Elói, certo? É simples… Quero que fique de olhos nele. Não comente nele, mas em tudo o que acontecer por aqui em minha ausência. E também quero que coloque um lindo vestido para saírmos. Márcio disse que queria todos presentes. Deve ser algumas daquelas festanças importantes! Como uma Toreador, minha criança, você deve estar lá… Exuberante! As outras Toreador morrerão de inveja de você, mesmo que seja uma neófito ainda.”

[18:55]  Nath Miller espanta-se ao ouvir o nome do rapaz abusado que conhera na noite anterior. Olha para sua senhora pelo espelho, questionando-a silenciosamente sob a forma de uma sobrancelha arqueada. Observa seus lindos cabelos negros tomarem, aos poucos, a forma de um elegante penteado, enquanto ela continuava a falar sobre como Nathalie deveria se aprontar também. Um sorriso ilumina seu rosto e ela se levanta, visivelmente empolgada com a possibilidade de diversão. Adorava eventos importantes em que podia usar seus melhores vestidos e usar seu charme à vontade! Já pensando em qual roupa poderia usar, aproxima-se novamente de Sindy, ainda a olhando pelo espelho e pergunta “E por que minha senhora está tão interessada nas atitudes desse rapaz? Parecia que ele já a conhecia quando chegou aqui. De quem se trata?”

[19:00]  Marcio Shelford caminhava ate a escadaria da casa, se postava embaixo da mesm e se ajoelhava, no chão ele movia uma tabua falsa onde se encontrava uma caixa da qual ele retirava do local e a abria, dentro da caixa estava uma rosa, mas não uma rosa qualquer, era “a rosa” com cuidado ele retira a rosa de dentro da caixa e a fixa em seu palito, somente Marcio sabia o quanto aquela rosa era importante e o que ela significava para ele, após fixar a rosa no palito o mesmo fecha e guarda novamente a caixa na tabua falsa voltando para a frente da escada ainda aguardando Sindy.

[19:03]  Sindy Miller fitava Nath através do espelho diante de sua pergunta alguns segundos. Ela então volta a olhar o espelho como se nada tivesse ouvido. termina seu penteado arrumando a franja atrás da orelha. ELa pega o batom vermelho e dá um lee sorriso novamente olhando para Nath “Curiosa essa minha criança, não?” Sorri , pois como qualquer Toreador que se preze, Nath sabia fazer as perguntas da maneira correta “Na verdade ele me confundiu com alguém que eu não sei ainda… Gostaria de descobri. É alguém do passado de Márcio, também chamda Sindy…. Enfim, não vem ao caso. Apesar de ele ser como é, pode nos ser últil. É bastante tempestivo e sedutor. Perfeito para certos tipos de serviços… Melhor mantê-lo por perto.”

[19:11]  Nath Miller sorri ao ouvir sua criadora falar das características do rapaz. Ela podia bem imaginar pra que tipo de serviços ele poderia ser útil… Realmente seria bom tê-lo por perto, ainda mais que seria ela a encarregada de ficar de olho nele. Ficaria literalmente de olho! Tentando disfarçar o quanto se divertia com aquela ‘missão’, desvia o olhar do espelho e resolve mudar de assunto “Então devo ficar linda? Acho que posso fazer um esforço…” sorri divertida.

[19:12]  Marcio Shelford olh apara o relogio eo novamente resmunga ” Mulheres!!! “

[19:15]  Sindy Miller passa um blush retocando a maquiagem. O tom pêssego dáva-lhe o tom ainda mais natural. Depois ela segue até Nath e toca de leve seu queixo alguns segundos “Não terá que fazer esforço algum, minha criança!” Sindy pega sua pequena bolsa de mão e segue em direção à porta enquanto conclui a frase “… Mas nada de ir com as ancas de fora! Vou lá pra baixo fazer companhia em P´rincipe. Esperamos você lá em baixo…”

[19:19]  Nath Miller sorri para Sindy enquanto ela segurava seu queixo e diz “Sim senhora! Vou tentar não demorar muito, sei que os homens não costumam ter muita paciência para esperar as mulheres se arrumarem!” – e segue animada em direção ao seu quarto, dando pequenos pulinhos de alegria pela possibilidade de se divertir.

Mar 10, 2011
#RPG #Crônicas #Logs
Logs RP - A visão com Zaira (p.2 - O Desfecho)

Akasha estava prestes a colocar seu plano em ação, quando a visão com Zaira a atrapalha mais uma vez.

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Mar 2, 2011
#RPG #Logs
Logs RP - A visão com Zaira (p.1 - A chegada)

Novos membros chegam a Londres a vão se se apresentar ao príncipe. No mesmo instante Akasha chega ao refugio da Camarilla com algo que ela deveria mostrar a Marcio. 

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Mar 1, 2011
#RPG #Logs

February 2011

2 posts

Logs RP - O Encontro com o Príncipe

Akasha recebe ordens especificas do seu regente, e se dirige a londres para resolver um problema interno do Sabbat. Isso significa também em se aliar a seus inimigos. Até quando essa aliança será mantida?

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Feb 25, 2011
#RPG #Logs
Crônicas RP - A chegada a Londres

Akasha finalmente chega a Londres, como solicitado por seu regente. Ela agora dará início a uma nova saga em sua não-vida…

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Feb 24, 2011
#RPG #Crônicas

December 2010

16 posts

Logs RP - Procurando Lector

Aka acorda desesperada e vai ao bar em busca de Lector. Chegando lá, para sua surpresa, o alcoolatra nao estava procurando por bebida. O que será que acontece entao?

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Dec 29, 2010
#RPG #Logs
Logs RP - A visita inesperada de Lector

Aka estava na Imperuim quando recebe a inesperada visita do bebum, que se apresenta com Lector, o novo delegado da cidade, e acaba revelando a ele um segredo que poucos sabem: Aka ja foi da polícia. Por qual motivo Aka revelaria isso a Lector?

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Dec 28, 2010
#RPG #Logs
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